Nordestino é o mais feliz do Brasil – segundo pesquisa do Ipea. O nosso povo tem o mesmo nível do povo belga

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Belezas naturais são um dos motivos que levam nordestino a ter maior

Afinal, dinheiro traz ou não traz felicidade? Embora, mais algum no bolso melhore a avaliação das pessoas em relação à sua condição de vida, dinheiro nem sempre é tudo. É que revela estudo divulgado, ontem, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Apesar de pobre, a região mais feliz do Brasil é o Nordeste, com nota média (em uma escala de 0 a 10) de 7,38. Se fosse um país, estaria em 9º lugar no ranking global, entre a Finlândia e a Bélgica e acima de 94% das 146 nações pesquisadas. As médias das demais regiões brasileiras são 7,37 no Centro-Oeste, 7,2 no Sul, 7,13 no Norte e 6,68 no Sudeste.

Já o Brasil, com média nacional de 7,1, ficaria na 16ª posição entre os países mais felizes do globo no ranking medido pela Gallup World Pool. Em 2010, esta mesma classificação apontava uma felicidade média do brasileiro de 6,8. Os dados fazem parte do comunicado Nº 158, intitulado 2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável?, confeccionado a partir da aplicação de questionário em 3.800 domicílios, em outubro último.

Dinheiro não define

Para o presidente do Instituto, Marcelo Neri, embora os indicadores mostrem crescimento econômico pouco expressivo este ano, a satisfação do brasileiro não tem sido afetada drasticamente. “Temos mais felicidade que dinheiro no bolso”, afirmou. “O brasileiro é consumista, mas não é isso que o define.

Os dados mostram que a felicidade aumentou ao longo do tempo e que a variação de renda não implica em grandes variações de satisfação,” disse, destacando que nenhum outro país é tão “insensível” à variação de renda, em comparação a outras nações.

Por outro lado, o estudo mostra que a satisfação aumenta conforme a renda sobe. Para os brasileiros que não têm rendimento a nota média foi 3,73. Já aqueles que vivem com até um salário mínimo, foi 6,53. Já quem tem renda superior a R$ 5.451, a nota foi 8,36. Em relação à escolaridade, pessoas sem instrução deram uma nota média de 6,4. Aqueles com o ensino fundamental completo, pontuaram 6,95, e com o ensino médio completo, 7,17. Com ensino superior completo, a média foi 7,85.

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