Diretor do Hospital Municipal Pedro I rebate críticas a tratamento precoce e ressalta número de vidas salvas em Campina Grande com adoção do protocolo

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O diretor do Hospital Municipal Pedro I, médico Tito Lívio, rebateu as críticas publicadas em alguns veículos de comunicação acerca da medicação administrada de maneira precoce nos pacientes contaminados com a Covid-19 que buscam atendimento na unidade hospitalar,  que é referência de excelência na recuperação dos doentes desde o começo da pandemia e há várias semanas ultrapassou a marca dos 1.500 pacientes recuperados.

Tito Lívio garantiu, em entrevista neste sábado, 27, que todo o tratamento precoce é prescrito pelos profissionais médicos e que só são administrados com a plena anuência dos pacientes, reforçando o êxito que Campina Grande obteve com esse protocolo de tratamento precoce, pioneiro em termos de Paraíba, adotado na gestão do prefeito Romerp Rodrigues.

– Nossos números comprovam o êxito na administração desses medicamentos desde o começo da pandemia, há um ano. Os resultados em Campina Grande são os melhores da Paraíba. E lembro também que todo e qualquer tratamento à base de medicamentos como a Ivermectina, Azitromicina e a Hidroxicloroquina é prescrito pelos médicos e os pacientes só usam se realmente quiserem – registra o diretor do Pedro I.

Um ano inteiro de sucesso
Tito Lívio vai mais além e destaca os bons efeitos práticos na profilaxia assumida por Campina Grande.

– Felizmente, estamos conseguindo ter bons resultados, salvar as pessoas e, em um ano inteiro, não houve nenhum registro de complicações nos pacientes em decorrência do uso desses medicamentos – garantiu, sem esconder o orgulho, o diretor do Pedro I.

Tito Lívio relembrou ainda de uma declaração recente, dada pelo presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Ribeiro, rm entrevista à imprensa nacional, assegurando que o uso dessas medicações, a exemplo da Ivermectina e da Azitromicina, não traz nenhum malefício e muito menos coloca em risco a vida do paciente. O CFM é o principal órgão de representação da classe médica no país.

Referência nacional
Campina Grande tem sido exemplo desde o início da pandemia com uma das menores taxas de mortalidade do Brasil em relação aos contaminados pelo coronavírus. Ainda em 2020 a cidade passou a adotar o protocolo de tratamento precoce indicado pelo Ministério da Saúde e os impactos de tal medida refletiram diretamente no número de vidas salvas de campinenses e pessoas de outras cidades atendidas na Rainha da Borborema.

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